terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Testamento

Hoje, dia cinco de fevereiro de 2008 se encerram as atividades aqui no Mirabolações.
Calma! Pare de chorar aí em cima do teclado, seu bebê chorão! E você aí! Pára de dançar na mesa! Sei que está feliz, mas pare!

Bem, o fim do Mirabolações não quer dizer o fim das minhas atividades de blogueiro. A partir de agora, escrevo lá na Super9.
Meus textinhos continuam por aí, é só acessar super9.net/blog

Foi um prazer trabalhar com vocês :P


Super9 Produções | Cada segundo dos nossos vídeos é um segundo perdido.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Férias

Todo mundo tem direito de ser um vagabundo. Sendo assim, não espere postagens novas por enquanto, não.
No final de ano, tô de férias! E como todo bom brasileiro: meu ano começa só depois da ressaca do carnaval. Então, até lá!

Feliz 2008, bando de leitores marginalizados!

Se bater aquela saudade, tô no MSN ainda: jeandettenborn@gmail.com

domingo, 23 de dezembro de 2007

Ano novo

Ai, ai..
Me sinto tão bem nesse período do ano. Um ano novinho em folha, cheio de oportunidades. Um ano novinho, pronto pra eu fazer dele o que eu bem entender. Ô, coisa boa!


Oi, moço. Me vê aí um 2008. É.. pode ser esse aí da prateleira. É do bom? Então me embrulha pra presente.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Sem natal na vó

Natal III

Pela primeira vez, desde que eu me conheço por gente, esse natal não vai ser na casa da dona Dária e do seu Armindo. Estou desesperado!

domingo, 16 de dezembro de 2007

Casa de Madeira

Além de serem bonitas, permanecem frias por dentro nas noites de verão, o que economiza na conta de luz (dispensa ar condicionado).
Mas nem todo mundo vêem elas com bons olhos. Normalmente, elas são desprezadas!
Sabe o motivo de isso acontecer? A história dos Três Porquinhos!
Pura discriminação! Por que vocês acham que não têm mais casas de palha por aí?

Ficou revoltado? Levante daí e construa uma casa de madeira!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

One last time :)

Tens razão. Toda a razão. Sei que não vai adiantar de porcaria nenhuma, mas: desculpa.

you are the first one of your kind, sure that the only one ever.

sábado, 8 de dezembro de 2007

iGoogle

Vocês conhecem o iGoogle? Não? Então não sabem o que estão perdendo! Vale pra todo mundo: super executivos até Jeans da vida. É como se fosse uma página inicial totalmente personalizada. A minha eu configurei ontem e adorei configurá-la. Não é a aquela coisa chata, é muito simples. Depois de configurada, essa página pode ser acessada de qualquer computador pela Conta Google! No meu iGoogle, eu separei tudo em quatro abas (clique nas imagens para vê-la maior).



Na primeira aba, chamada de "Página Inicial", coloquei uma gadget de data e hora, outra com meu sites favoritos, um bloco de tarefas, previsão do tempo, e uma gadget do Google Notas.







Na segunda aba, a "Sites", coloquei o RSS de alguns sites legais que eu acesso bastante. Com o RSS, se o site postar um conteúdo novo, mostra na RSS. Coloquei o KibeLoco, Garotas Que Dizem Ni, Baixaki, YouTube, Charges, Wikipédia, e até o Mirabolações!







A terceira aba, "Notícias e RSS", dediquei às notícias. Tudo ao meu gosto. Coloquei notícias da Revista Info, notícias engraçadas da Como Assim, Notícias do Google Notícias (que configurei pra exibir notícias sobre Google, Microsoft e YouTube), Notícias do Google News Brasil e do G1, da Globo.







Na última aba, coloquei meus Scraps e os aniversários próximos dos meus amigos no orkut (funções que funcionam só no Firefox). E, além disso, coloquei meu e-mail do Gmail.







Ah! Por favor! O Google é foda, meu amiguinho!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

O fim de ano vem aí...

...olê, olê, olá!

Não aguento mais provas. Pelo menos, até agora, só tenho uma recuperação. Mas ainda tem a prova do último conteúdo de matemática, que, mesmo fácil, me dá medo simplesmente por ser de matemática.

Agora, o ano parece que passou tão rápido e, sinceramente, não posso dizer que aproveitei 2007. Não tirei desse ano tudo que poderia ter tirado. Lamentável. Mas não vai se repetir em 2008. Não mesmo.
Em breve, acho que escrevo uma retrospectiva 2007 aqui.

Ano acabando! Amém!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

What?


Eu uso o Google Analytics aqui no blog. Ele é um sistema de contagem de visitas que, inclusive, diz o local do acesso do usuário e vários detalhes.

Pois bem, segundo o Google, eu recebi uma visita que veio dos Estados Unidos, mais precisamente, de Nova York.
Disse que eu recebi uma da Itália, da cidade de Besso.
E mais duas da França. Uma de Rungis e outra de Nantes.
Na França tem o Neni, pode ser que foi ele (duvido que tenha sido), mas na Itália e nos EUA, não tenho nenhum conhecido.

Er.. Bem.. Vai saber.
(clique na imagem aí de cima, para aumentá-la e comprovar... bando de céticos.)

Alguém aí conhece algum gringo?
:D

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Agradecimento

Estou emocionado com as ofertas de emprego oferecidas pelas moças.

Obrigado moças pelas ofertas irrecusáveis!

De manhã, da 7h às 9h, vou na casa da Gi, limpar a casa.

Das 9h15min até às 11h vou na Bianca consertar o computador.

De tarde, à 1h30min até às 15h, vou na Luh podar a flora e domar a fauna do lado da casa dela.

E depois fico no MSN com a Anny e ser der tempo a ajudo a afinar os instrumentos bizarros delas.

:D

É o tio Jean no mercado de trabalho informal outra vez!

Atualizado 14h05min: Os horários podem ser modificados perante pedido escrito.

Pinheirinho


Natal II
O Natal vem aí. Minha árvore de Natal foi montada domingo.
Se eu não montar a maldita árvore, ninguém monta, eu sou o responsável pelas organizações natalinas aqui em casa há anos.
Demorei uma tarde toda. Primeiro pra achar os enfeites (que estavam no primeiro lugar vasculhado), depois arrumar um jeito de deixar a árvore em pé (pezinhos estão quebrados), enfeitá-la, colocar as demais decorações e, finalmente, limpar a sujeira que eu fiz.
Mas ficou l-i-n-d-o levando em conta a precariedade dos enfeites que a gente tem aqui em casa.
Ano que vem, juro que vou em algum 1,99 comprar enfeites novos.

O resultado vocês podem ver na foto aqui em cima. Podem clicar nela, pra vê-la grande, não me importo.

E o Natal vem aí...

domingo, 2 de dezembro de 2007

Você está demitido!

Fui demitido. Não por ser um péssimo empregado, foi por falta de dinheiro pra me pagar. Ou algo do gênero, sabe?!

Mas nem tô preocupado. Pelo menos vou ter férias. Longas férias ao que parece.
Eu arranjo alguma coisa pra fazer no meu tempo livre. Não pode ser tão ruim!

Vai ser bom. Nem vou pirar pela falta do que fazer!

(Ai, Meu Deus! Alguém aí tem um empreguinho aí pra mim? Não pra agora, mas lá por meados de março.
Qualquer coisa? Não? Oh, droga. Alguém me ajuda!)

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Velhos tempos de chat

Num desses dias que eu fico em casa na frente do computador (deveria ser um domingo), abri os sites cadastrados no meu FireFox como "meus favoritos". Daí abriu, entre outros, o site da MessBrasil. Lá, tinha a notícia de que vem aí o WML 9.0. Caramba! Já!?

Não sei se vai ser lançado logo, mas há poucos dias instalei o Windows Live Messenger 8.5.

Esses loucos da informática são muitos rápidos. Ainda posso ouvir os barulinhos do meu ICQ versão três ponto alguma coisa, depois a versão 4.1. Usando o ICQ conheci várias pessoas com as quais ainda mantenho contato hoje... Ah! Bons tempos.

No ICQ que eu comecei a usar o nick de Sr. Feijão. Nick que me rendeu o blog Latinha de Feijão!

Além do ICQ, eu entrava um monte no chat da BOL. Mas isso é outra história.

Daí acabou o ICQ, daí instalei o MSN 6.5, 7.0, 7.5, WLM 8.0, 8.1, 8.5 e agora, 9.0! Credo! Ou tá tudo muito rápido ou eu não sei acompanhar toda essas tequinolochia.

Pra que esse pressa, minha gente?!

Pensei em loggar no meu ICQ agora. Já que não tenho o programa instalado, loggei no site do Meebo.com. E surpesa! Sabia meu loggin (que era 224551387) e minha senha (que era ******)! Daí eu conectei! E não tinha ninguém online. Que surpresa. Só vi aquele bando de nominhos com os apelidos enfeitados com asteríscos e outros caracteres especiais.

Ai... que saudade triste que me bateu agora.
Quer saber? Com licença, vou dar um pulinho lá no chat da BOL.
Até outra hora.

Abraços,
*#*#*_§®. F&!J@O_*#*#*

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Vazio

Tô vazio de mais pra escrever algo que preste.
Maldito destino, às vezes dá cada facada na gente.

Quanta coisa acontece que a gente não espera?
Quanta coisa acontece que a gente não supera?

Sabe o jeito exato como eu me sinto? Alguém sem vida e que, mesmo sem vida, não pode morrer, só pode existir.

Espero que essa porcaria de mundo não seja tão injusto.

Credo, pareço a droga de um romântico pessimista. Vou me arrepender e deletar esse lixo. Tire um print screen antes que eu mande essa porcaria pro espaço!

Agora é minha vez: Li aspetterò, il mio amore

domingo, 25 de novembro de 2007

Stop Motion

Clipe incrível em stop motion





quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Clima de Natal

Natal I

Todo esse clima de Natal é tão lindo. As lojas enfeitadas, as casas... tudo tão bonito! As pessoas começam a ficar solidárias e começam a pensar nos outros.
Mas sabe o que eu gosto mais do que o Chester na noite de véspera do Natal...?




Comer muito panetone na espera pelo Natal!











Fala sério! Não tem coisa melhor, né não?

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Bright Lights

Sabe aquela sensação de quando tu perdeu a coisa mais importante da tua vida por um erro absurdamente idiota?
Sabe o que é "brigar" com quem tu ama?
Sabe quando a gente tem certeza que perdeu a maior chance de ser feliz?
Sabe quando a gente perde alguém que a gente ama pra caramba?
Sabe quando a gente tem certeza que nada nunca vai poder ser tão perfeito como aquela coisa que nunca aconteceu foi?
Sabe o que é ter um rombo gigantesco no coração?
Sabe o que é ser um grande idiota?
Sabe o que é depressão?
Sabe o que é não saber o que fazer?

Sabe? Então me diz o que fazer pra poder sorrir.

Te amo, amore mio

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Passado

Não sei se vocês já notaram, mas nossas vidas são coisas completamente estranhas.
Um dia está tudo bem, no outro, um desastre cósmico nos faz bater de frente com escolhas passadas que hoje são determinantes.

Seria engraçado, se não fosse trágico. Todo mundo diz que nós podemos mudar nossos destinos e tal. Mas eu acho que quem borda nosso destino é o maldito Passado.

Esse cara é perigoso! Cuidado com ele! O Passado chega de mansinho, vestido de “Presente”, mas quando se nota ele tá transformando nosso destino. Ou “Futuro”, como queira.

Todas as escolhas têm peso crucial nas nossas vidas, são elas que vão determinar como tudo vai ser. Principalmente com relação ao coração.

Então, lá vai a dica do dia do Dr. Jean:
Em caso de escolhas amorosas, seja absurdamente cauteloso.
O que tu vai fazer hoje, vai determinar teu amanhã.
Não faça nada NUNCA sem ter certeza daquilo que tu tá fazendo.
Pode não ser importante agora, mais pode se tornar determinante depois de algum tempo.
O Passado não é um cara legal, chega quando menos se imagina.
O Passado pode impedir histórias.
Mas se bem cuidado, ele pode se tornar mais dócil. Quem sabe...
Não sei não, mas vou cuidar muito bem do meu agora. Nada de restos de comida. Só Friskies.

Jean Dettenborn,
Psicólogo, PhD em psicologia cardíaca.


Lembrando que: a lógica de um texto não é tão importante.
Se aquilo ali não tem lógica... sem problemas: apenas obedeça, caraio!

(Sim, esse é meu perfil do orkut)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Boate Curral

Ele tinha 30 e decidiu sair de casa naquela sexta-feira tediosa. Achou que estava na hora de se modernizar. Ligou para a namorada. Ela aceitou o convite.
Chegaram até uma boate (estranhamente chamada de “Curral”), mostraram a carteira de identidade, pagaram horrores para entrar e ainda foram apalpados, em busca de um calibre 38, bomba atômica ou algo do gênero.
Quando entraram, analisaram aquela selva. Gente pulando, dançando e requebrando até o chão. Uma promiscuidade sem limites!

Ele foi pro bar. A namorada encontrou umas amigas. Ele começou a beber.
Cerveja por oito reais? Mas valia a pena. Sóbrio não ia dar pra agüentar aquilo tudo.
Começou na cerveja e foi subindo, até chagar ao uísque escocês. Se esquecera o que era beber. Seu fígado acostumado com bebidas de alto grau de álcool, ficara menos tolerante com o passar dos anos.

Na sua formatura do colégio, havia tomado de tudo, estava completamente bêbado. Na formatura da faculdade, bebeu pouco, mas ficou bêbado com uma facilidade incrível. Na festa do seu primeiro casamento, bebeu uma latinha de cerveja e começou a fazer um strip-tease em cima da mesa, se lambuzando com o bolo de casamento feito pela tia doceira de Ana, sua recém esposa. O casamento acabara no dia seguinte com uma carta de Ana, dizendo que se mudara pra Itália para fugir das sátiras dos amigos.
Decidiu então tomar jeito. Parou de beber! Seguiu sua carreira como engenheiro. Chegou alto na vida e arrumou uma namorada. Patrícia era linda, com seus cabelos longos e morenos. Se sentia velho, mas a partir de hoje ia se modernizar, por isso decidiu sair. Começou a beber um pouco em casa. Sabe como é, né?! Precisava reeducar o fígado.

No bar, depois de algumas biritinhas leves, estava alegrinho. Quando chegou ao uísque, seu ponto fraco, viu tudo girar. Seus pés não acompanhavam seus pensamentos.
Começou a dançar. Já estava bêbado, mas não entendia por que diabos aquelas pessoas estavam olhando para ele daquele jeito. “Nunca viram a dança da garrafa, não?”.

Começou a achar que estava um pouco alterado quando viu aquele elefante-rosa -com-pintas-verdes piscar para ele. Quando Patrícia, que estava tomando um guaraná com as amigas, viu Robert daquele jeito... Meu Deus! “Dança da bundinha, não!”, daí é covardia.
Estava tudo acabado. Pegou as chaves do carro e foi para casa. Robert levou um soco na cara depois de pedir desculpas para o barman, chamando-o de meu amor. “Tenho cabelos compridos, mas sou muito macho, meu irmão!”.

Depois daquilo, viu que a situação ficara insustentável. Decidiu ir pra casa. “Mas onde diabos estão as chaves?!”. Patrícia levara o carro. Voltou ao bar, para se desculpar com o barman, depois daquele mal entendido horroroso. O homem aceitou as desculpas. Não por vontade própria, mas para se livrar daquele papo chato de bêbado, algo como “Mas tu é o cara, tu sabe!”.

Saiu do bar. Ia descer a escada, mas esperou o banheiro fazer a curva (tudo girava). O banheiro saiu da frente e ele começou a descer. A esta altura não sabia mais andar. Tropeçou em degraus imaginários e naqueles que existiam de fato. Chegou ao andar de baixo, beijou um lindo poste ruivo e deu tchau pro elefante rosa, que estava desapontado por não ter conquistado Robert. Pegou um táxi e mando-o rodar pela cidade, pelo menos até ele lembrar seu endereço. Chegou em casa, tirou os sapatos e se deitou num tapete fofinho.

No outro dia à noite, decidiu comer uma pizza. Patrícia se mudou para Itália.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Relatos Uruguaios

Enquanto estive fora, andei escrevendo sobre a viagem num bloquinho de notas que eu achei no quarto do hotel. Escrevi em três ocasiões, que se seguem aí em baixo.

Uruguay


Parte I

Hoje é sábado. E um sábado uruguaio, porque estou no Uruguai. Sábado, dia 13, para ser mais exato.
Estou sentado no lobby do Hotel Columbia, aqui em Montevideo.
Sentado sozinho a recepção, em meio ao sotaque dos recepcionistas, ali na mesa de recepção.
Viemos para cá quinta-feira à noite. Bem, saímos do Rio Grande do Sul quinta-feira, e chegamos aqui sexta-feira, dia 12.
A saída atrasou um pouco. Culpa do motorista que não sabe matemática. Calculou errado a idade da minha prima e achou que ela tinha 18, daí não avisou que precisava de autorização do pai dela, já que ele não ia na viagem, só a mãe. Esse rolo envolveu até juiz.
Resolvido o problema, tomei meu Dramin e segui viagem.
O que me disseram que durava 6 horas, durou 13. Deveria ter desconfiado, mas não conheço muito de geografia, sabe?
Na viagem descobri algo surpreendente: não tenho o menor talento pra dormir sentado. Incrível, não? Cochilei umas 5 vezes e só. Dormir que é bom, nada.
O serviço de bordo do ônibus tava ótimo. Devorei tudo. Ah, dá um desconto, estava morrendo de fome, pôxa vida.

Fizemos duas paradas durante a viagem. Uma num posto de gasolina, outra num restaurante. Parece que o restaurante ficava em São Lourenço. Sobre o local do posto de gasolina, não sei dizer.

Chegamos em Punta Del Este com um maldito tempo chuvoso. Mas Punta é linda. Punta, e não "punta" sem "n", ok?
Fizemos um citytur na cidade e fomos almoçar. Pedimos um tal de chevitos. Era, digamos, atípico. Algo como um prato com carne, presunto, queijo, ovo, salada (alface, tomate e maionese) e carne. Arroz pra eles não existe, eu acho. Substituem arroz por purê de batatas. O único arroz que eu vi, foi mercado do porto, e era arroz de camarão. Uma paçoca amarelada nada apetitosa. Bem, voltando ao Monto Del Pizza: pagamos um horror! Não lembro quanto era. Mas era caro pra burro. Certeza.

Punta Del Este

De lá, fomos para Montevideo, onde fica o hotel Columbia. Um quatro estrelas, mas sem cobertores suficientes. Alguns passaram frio. Eu trouxe um de casa. Um homem prevenido vale por dois! Tá bom, admito que minha mãe que trouxe o cobertor.

Hotel NH Columbia

Vista do quarto do hotel

Tentei fazer a barba, no hotel. Tentei. O que parecia um trabalho simples, exigiu muita calma. A gilete que eles tinham lá era uma navalha! Impossível não se cortar. Eu me cortei três vezes no pescoço. Não pretendo mais tentar me barbear com aquela foice.
Posso até imaginar a manchete do jornal local: "Hóspede morre esfaqueado no NH Columbia, o caos se estabelece".

Ah, esqueci de contar: a nossa guia é uma mistura bizarra de Rita Lee com Supernanny.

Supernanny + Rita Lee

De noite, alguns se arriscaram a ir em uma boate. Não fui. Estava podre de cansado. Apenas dormi.
Dormi como uma pedra e acordei com o sol na cara. Situação estranhamente agradável. Acordei e fui tomar café da manhã. Reforçado, dia longo, sabe? No café, tinha um homem. Tinha seus 60 anos. Aparentava ser inglês, mas não era. Olhava para os lados e parecia desprezar aquilo tudo. Talvez porque não havia chá, ou algo assim. Levantava uma sobrancelha como um verdadeiro inglês sarcástico.

Depois do café da manhã, fomos numa tal de loja de malhas. Vans pegaram a gente no hotel e nos levaram até a loja. Por aquilo que foi falado, parecia que a loja tinha 3km², quando chegamos lá, a loja parecia uma cabine telefônica. Cheia de malhas e muita gente, claro. Não deu para ver nada, muito menos comprar. Então fomos dar uma volta pela cidade de Montevideo. Legal, mas mal cuidada. Aparência suja e nada convidativa.
Depois voltamos para o hotel de van. Na van cabe 6 pessoas. Voltamos entre 11 pessoas, mais a motorista. Agora sei como se sente uma sardinha.

Chegamos no hotel e fomos dar uma volta pelos arredores e gravamos um vídeo. Dança do Siri no Uruguai.



Mal voltamo para hotel e já saímos novamente. Citytur de ônibus. Passamos por lugares históricos, como o palácio do governo, praças e um lugar que tinha as cinzas de um cara. Não sei quem era, mas era importante, porque a guarda nacional estava lá. Vigiando tudo. Imóveis, mas atentos

Respeito à Guarda Nacional

Palácio do Governo

No citytur, foi incrível ver a quantidade de estátuas de homens montando cavalos. Mania nacional, pelo jeito.

Depois daquela visitação toda, fomos para um shopping. Nada muito bonito (ou barato). Lá tinha uma quantidade enorme de brasileiros e de pessoas usando All Star. Meninas bonitas? Só as brasileiras. Não é patriotismo, é realidade.
O Roger surpreende com seu espanhol brilhante: pediu um BigMc com fritas e coca-cola como um verdadeiro uruguaio.
Voltamos para o hotel, comi meu BigMc. A propósito, porque diabos aquilo se chama BigMc? Aquilo é "big" só no preço. Bem, tomei banho e agora estou aqui, na recepção do hotel com o pessoal que vai para um show de tango. Não vou nesse troço. Muito caro. Vou ver ainda o que vou fazer.
Antes uns caras que estavam jogando Hugby lá fora, na grama na frente do hotel, estavam subindo. Que gente feia.

Pois bem, escrevo mais outro dia.

Parte II

Estou no quarto do hotel agora. Ontem, a noite era livre. Ficamos (Eu, Roger, Jéssica e Melina) perambulando pela cidade, já que não fomos ao show de tango. Nunca fui assediado tanto. Não por meninas bonitas, mas por mendigos pedindo dinheiro.
Depois que gente voltou, o Willian (divido o quarto com o Willian, engenheiro e com Matheus, rapazinho de cerca de 11 anos) estava filmando para fora da janela, quando se ouviu gritos desesperados:
Moça: "Socorro, socorro!"
Willian: "Moça. O que se passa?!" (sotaque espanhol)
Moça: "Assalto, assalto!"
Willian: "De Verdade" (outra vez: sotaque espanhol)
Um cara tinha roubado a bolsa dela, mas deixou cair, então a moça voltou para pegar a bolsa. Bairro seguro, sabe?

Hoje é domingo. Amanhã a gente vai embora. Sairemos daqui lá por 7h30min da manhã, passaremos no Chuy urugauio, para fazer unas compritas bássicas e então, voltamos para o lar, doce lar.

Hoje o dia foi cheio. Saímos cedo e fomos para Colonia del Sacramento. Bela cidade histórica. Depois disso, fomos para um sítio. Não um sítio qualquer, mas para o sítio do maior colecionador de lápis e de chaveiros do mundo. Reconhecido pelo Guiness Book. Conhecemos a coleção e fomos almoçar. Almoçamos sola de sapato com purê. Sim, porque aquilo não era bife à milanesa nem aqui, nem na China. Mas valeu a pena a visita. Valeu porque teve degustação de geléias e doce de leite (mu-mu). Compramos um vidro daquele doce de leite. Eita coisa boa.

Señor Emilio Arenas

De volta para o hotel, resolvi tomar banho. Não tinha toalha. Grande hotel quatro estrelas. Demoraram, mas trouxeram a droga da toalha. Depois, fui jantar hambúrger. A segunda melhor comida até agora. A melhor foi o BigMc. Fui um pouquinho no computador (muito podre e lento), falar com os amiguitos distântes. Agora tô aqui escrevendo na escrivaninha , sozinho e olhando "Fantástico".
Olha, vou contar uma coisa: a caneta é muito boa de escrever. Bem baratinha (Bic), mas escreve muy bien.
Bem, melhor ir arrumar as malas. Até mais.

Parte III

Agora estou em Venâncio. Hoje é terça-feira. Ontem chegamos por volta de 1h30min, eu acho.

Saímos do hotel 7h30min. 4 horas viajando, chegamos no Chuy. Câmera e WebCam compradas, mais 4 horas de viagem. Chegamos num restaurante e comemos alguma coisa. Mais viagem e chegamos em casa. Caos total na hora de tirar as malas.
Todos sairam vivos e eu esqueci de roubar a caneta do hotel.

Bem, até a próxima viagem.

Os relatos